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Cidades Turísticas

Balneário Camboriú | História
O povoamento da região teve início em 1758 e Balneário Camboriú desde cedo revelou sua vocação turística. O primeiro hotel foi construído em 1932 e, a partir daí, desenvolveu-se uma excelente infra-estrutura turística e comercial na cidade e na região. Em 1964, o distrito de Arraial do Bom Sucesso, pertencente a Camboriú, emancipou-se e adotou o nome atual.
Turismo
A cidade é conhecida internacionalmente por ser um dos principais pólos turísticos do Brasil, com atrações o ano inteiro. É considerada, segundo o IBGE, a cidade com melhor qualidade de vida no Estado de Santa Catarina. Uma grande atração é o Parque Unipraias, complexo de 87.000m2 em meio à Mata Atlântica, com 47 bondinhos e três estações, que oferecem uma vista deslumbrante das praias da região.
Praia e Natureza
Há verdadeiros paraísos naturais de águas transparentes e areias, misturando-se ao verde da Mata Atlântica e contrastando com os arranha-céus que margeiam a orla marítima. São seis enseadas com características peculiares. A Praia Central compreende todo o núcleo central urbano, com 6,8km de águas límpidas e seguras. É onde se concentra a movimentação principal de Balneário Camboriú, com inúmeras atividades, boa iluminação noturna, quiosques, feiras de artesanato, lojas, bares e restaurantes com mesas nas calçadas. A Praia de Laranjeiras é marcada pela História, com sambaquis e fósseis de animais de mais de 5.000 anos de idade. Na seqüência vêm Taquarinhas e Taquaras, onde existe uma famosa colônia de pescadores. A Praia do Pinho é conhecida por ser o primeiro reduto oficial de Naturismo no País. Depois vêm Estaleiro e Estaleirinho - que somam 2.150m de praias com águas transparentes, ondas fortes, vegetação e costões intocados. Visite também a Praia do Mato de Camboriú, propícia para o surf. No Pontal Norte existem as praias do Buraco e dos Amores. Existe ainda a Praia do Canto, acessível por trilha no meio do mato, a Praia das Cabras e a Praia do Pescador.
Patrimônio Histórico
Vale visitar a Igreja de Santo Amaro, cuja construção foi iniciada no ano de 1810, em estilo português, construída com pedra bruta e argamassa feita com óleo de baleia. Outras atrações são a Igreja Matriz Santa Inês, construída em forma de chapéu de palha, e o Museu Arqueológico, que possui um acervo de mais de 3 mil peças em exposição, distribuídas em cinco temas distintos: Fauna Marinha, Numismática, Geologia, Madeiras, Arqueologia e Fauna Terrestre. Vá também ao Sítio Ecológico da Praia de Laranjeiras, que é toda ela um imenso sambaqui. Em ambas as extremidades da praia existem rochas com numerosos amoladores indígenas em forma de pratos, atestando a passagem de populações primitivas pelo litoral há mais de 5.000 anos. Grande parte da reserva arqueológica encontra-se em exposição permanente no Museu Arqueológico do Parque Cyro Gevaerd.
Parques
O Parque Cyro Gevaerd, verdadeiro centro de cultura, pesquisa e lazer, tem 116.000m2 e é a sede do Museu Arqueológico, além de contar com um zoológico, uma minifazenda, um aquário, o Museu da Fauna, Flora e Gea (Terra), a Vila das Crianças, lanchonetes e restaurantes. O Parque da Fauna reúne mais de 1.000 animais de diferentes espécies, entre mamíferos, aves e répteis. Na confluência do rio Camboriú com o rio Gamboa, uma área verde de 250.000m2 abriga o Parque Ecológico Rio Camboriú, formado da mata remanescente de mangue e atlântica, rica em fauna, flora e plantas medicinais. Possui trilhas ecológicas e um viveiro de flores e plantas, além de um projeto de educação ambiental e um horto florestal.
Cultura
Não deixe de visitar as feiras e quiosques à beira-mar ou o Bairro da Barra, onde são vendidas peças em cerâmica, redes tecidas à mão e cestaria de influência açoriana. Eventos
Há eventos culturais, esportivos e folclóricos, com destaque para a Feira Brasileira de Artesanato, Lazer e Cia, criada como opção para os que visitam Santa Catarina nas festas de outubro; o Natal Tropical; o Reveillon-Luz; o Verão Saud&aa

Balneário Camboriú

Balneário Piçarras | História
Os primeiros moradores - portugueses, sobreviventes de um naufrágio - chegaram à região por volta de 1758. Os colonizadores dedicaram-se à caça da baleia e fundaram a cidade, que cresceu em um estreito banco de terra localizado entre o rio e o mar. O nome da cidade deriva das rochas argilosas encontradas em grande quantidade no subsolo do município: o piçarro. Balneário Piçarras pertenceu a São Francisco do Sul e a Penha e tornou-se município em 1963.
Turismo
A combinação do mar com as belezas naturais e a excelente estrutura urbana faz de Balneário Piçarras uma praia de elite. Ao longo da costa há belas residências e casas de veraneio, com ruas ladeadas por intenso comércio. Restaurantes, bares e danceterias reúnem gente bonita para longas e animadas noites. Destacam-se os shows de verão, o carnaval de rua, a Feira de Negócios e Atrações de Inverno de Balneário Piçarras (julho), a Festa do Colono e o Festival do Folclore.
Praias
Destaque para a Praia de Balneário Piçarras, a mais central, propícia para banhos e a prática de esportes náuticos, e para a Praia das Palmeiras, de águas calmas, que faz divisa com a praia de Itajuba, pertencente a Barra Velha. Conheça também a Barra do rio Piçarras, a Ponta do Jacques e as Ilhas Itacolomi e Feia.
Infra-Estrutura Turística:
Balneário Piçarras tem boa infra-estrutura turística, distribuída ao longo dos seus 7km de costa.
Destaques
Destaque para a Praia de Balneário Piçarras e para os eventos culturais – a Feira Arte da Terra, a Feira Livre Rural, a Cantata de Natal, o Reveillon Luminoso, o Campeonato Brasileiro de Jet-Ski (fevereiro) e a Travessia a Nado de Piçarras. Destaque também para o Bali Hai, boate que reúne os jovens.
Museu Oceanográfico Univali
O Museu Oceanográfico Univali (MOVI), foi criado em 1987 e está entre os quatro principais acervos de história natural do Brasil, sendo que na temática oceanográfica é o maior da América Latina.

Balneário Piçarras

Blumenau | História
Os primeiros moradores, 17 imigrantes alemães trazidos pelo dr. Hermann Bruno Otto Blumenau, procurador da Sociedade de Proteção aos Imigrantes Alemães do Sul do Brasil e fundador da cidade, chegaram em 1850. Menos de 20 anos depois, já haviam sido instaladas 239 pequenas fábricas na localidade, imprimindo a característica eminentemente industrial e produtiva existente até hoje na cidade. Blumenau deu origem a 42 municípios da região do Vale do Itajaí, que se desmembraram pouco a pouco, desde a década de 1930. Mesmo assim, é a cidade mais populosa da região e também a de maior força econômica, servindo como sede para as principais indústrias têxteis do País: Hering, Teka, Cremer e Karsten.
Turismo
Blumenau é bonita por si só. Sua beleza natural, a cultura peculiar, a oferta de bons produtos (malhas, cristais, artigos de cama, mesa e banho) e principalmente a Oktoberfest, transformaram a cidade num dos maiores centros turísticos do Estado. Vale passear na Rua XV de Novembro, na Beira-Rio, conhecer a Prefeitura, a Vila Itoupava – um típico bairro alemão, com suas construções em estilo enxaimel – ou fazer um passeio aéreo de 20min, com saída do Aeroporto Quero-Quero... Verwundert! Erstaunt!
Natureza
Blumenau tem várias áreas verdes que merecem ser visitadas. São bons exemplos o Parque Ecológico Artex, um santuário com 53.000.000m2 de Mata Atlântica; o Parque Ecológico Spitzkopf, com muitas cachoeiras, piscinas naturais, árvores centenárias, chalés com acomodações e trilhas que levam ao Pico da Ponta Aguda, com 936m de altura; o Parque Florestal do Baú, com uma linda vista do Morro do Baú (que fica no Município de Timbó, a 25km de distância); o Parque Horto Botânico Edith Gartner, que tem como atração um cemitério de gatos. E tem ainda as cascatas Cascanéia e Carolina, que oferecem uma boa alternativa de lazer ecológico.
Patrimonio Histórico
Visite a Casa Husadel, o Museu da Família Colonial e o Mausoléu do Fundador, as igrejas de São Paulo Apóstolo e do Espírito Santo (em estilo gótico, construída em 1877) e o Museu da Ecologia, erguido em 1867 e onde morou Fritz Müller. O museu possui o maior acervo sobre a colonização alemã no Estado. Conheça também a ponte metálica da estrada-de-ferro; a VILA GERMÂNICA, onde acontece a Oktoberfest; o Teatro Carlos Gomes, construído a partir do primeiro grupo de canto e artes teatrais organizado pelos imigrantes e onde se apresenta a Orquestra de Câmara de Blumenau; o Vapor Blumenau I, velha embarcação que veio da Alemanha em partes, foi montada em Itajaí e fez sua primeira viagem em junho de 1895, e a Igreja Evangélica Luterana, fundada em 1877 pelo pastor Oswaldo Hesse, guia religioso que fundou a Comunidade Evangélica Luterana de Blumenau.
Cultura e Eventos
Blumenau sedia a Oktoberfest, que leva 1 milhão de pessoas à cidade no mês de outubro, para 17 dias de festa. Há outros eventos importantes, como a FestItália, em junho, que homenageia os descendentes de italianos, e a Feninfo, feira de informática. O Festival Universitário de Teatro, realizado em julho, reúne grupos de teatro de todas as partes do País, sendo hoje um dos principais eventos culturais do calendário catarinense. Em qualquer época, para conhecer a gastronomia típica do lugar, não deixe de visitar a Cervejaria Continental.
Infra-Estrutura Turística
Blumenau tem boa rede gastronômica, turística e de serviços. Oferece completa infra-estrutura para receber os visitantes: shopping center, centros de compras e restaurantes.
Destaque
A Oktoberfest, considerada a maior festa da cerveja fora da Alemanha, revela a identidade germânica do povo de Blumenau e, desde 1984, reúne quase 1 milhão de pessoas em 17 dias de muito chopp, comidas típicas, música e dança. Em outubro, claro.

Blumenau

Brusque | História
Em 1860, liderados pelo barão austríaco Maximilian von Schnéeburg, 55 alemães chegam à região e fundam Itajahy. Nos anos seguintes chegam outros imigrantes, na maior parte originários do sul da Alemanha. Em 1881 a colônia torna-se o município de São Luiz Gonzaga e, em 1890, recebe o nome de Brusque. Anos depois chegam os poloneses, trazendo seus teares manuais e inaugurando o ramo das indústrias têxteis, até hoje presentes na cidade e uma das bases da economia local.
Turismo
Brusque é a Capital Catarinense do Turismo de Compras e principal pólo de pronta-entrega do Estado. Na rodovia Antônio Heil, que margeia a cidade, e na rua Azambuja, é grande o comércio de confecções, produtos de cama, mesa, banho, malhas, tecidos, acessórios, calçados, artigos em couro e bijuterias. A natureza exuberante da região, somada às belas construções em estilo germânico, à afetividade da população e à imponência do Santuário de Nossa Senhora de Azambuja (1956), também trazem milhares de visitantes à cidade. No Vale do Azambuja também podem ser visitados o Morro do Rosário e o Museu Arquidiocesano, importante complexo histórico, social, religioso e cultural de Brusque. Para quem gosta de arquitetura germânica, são destaques a Prefeitura, o Fórum e a Praça Barão Von Schnéeburg, onde existe uma choperia típica e um posto de informações turísticas. A Praça Gilberto Colzani tem como maior atração o lago artificial com chafarizes, que à noite oferece um belo espetáculo de luzes e cores. No centro da cidade há um shopping e movimentado comércio.
Natureza
Visite o Parque Zoobotânico, com 220.000m2 de área preservada, onde vivem cerca de 650 animais de 135 espécies diferentes, mantidos o mais próximo possível do seu habitat natural. Um teleférico de 578m liga o Parque à Minifazenda Colcci (fazenda-modelo em miniatura que retrata o dia-a-dia dos primeiros colonizadores da região), permitindo a visão de boa parte da cidade e da Mata Atlântica. O turista também pode realizar vôos rasantes num avião T6-D da Segunda Guerra Mundial, num projeto de multimídia que encanta os visitantes. Para quem gosta de flores, vale visitar o Orquidário e Bromelário, onde existem mais de 300 espécies de orquídeas e bromélias, regionais e híbridas, obtidas através de sementes de matrizes importadas.
Cultura e Eventos
Brusque também é conhecida por realizar diversas festas ao longo do ano. A Feira Industrial de Brusque, em Junho; a Fenajeep (Festa Nacional do Jeep), o Raid Cidade de Brusque e o Salão do Automóvel, em maio; a Pascoalândia, que acontece 10 dias antes da Páscoa; a Cavalgada de Santa Paulina e a Festa de Nossa Senhora de Azambuja, uma grande romaria ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, com a presença de mais de 40.000 peregrinos de todas as partes do País, em agosto; a Agrobrusque, feira de pecuária, em setembro; o Simpósio Internacional de Esculturas, em novembro, e a Expoflorart, feira de flores e artigos natalinos, em dezembro. Destaque especial para a Fenarreco, uma das famosas Oktoberfest de Santa Catarina e o maior evento da cidade, e para a Exposição de Orquídeas, que ocorre paralelamente à Festa das Flores de Joinville, em novembro e dezembro.
Infra-Estrutura Turística
Brusque tem boa rede de serviços. Para quem vai à cidade em busca de compras, o maior número de lojas concentra-se na rodovia Antônio Heil e na rua Azambuja. Nos dois locais há completa infra-estrutura para os turistas: estacionamento, sanitários, restaurantes e lanchonetes.
Destaques
A Fenarreco (Festa Nacional do Marreco) – uma das festas do roteiro das Oktoberfest (festas de outubro) catarinenses - é o maior evento de Brusque. Resgata as tradições germânicas dos fundadores da cidade, como comer

Brusque

Joinville | História
A história começou com o casamento que celebrou a união da família imperial brasileira e a realeza francesa. A terra onde hoje está a cidade foi doada ao Príncipe de Joinville, em 1843, como dote da princesa Carolina, irmã do imperador Dom Pedro II. O casal não chegou a conhecer as terras. Parte delas foi negociada com a Sociedade Colonizadora Hamburguesa. Em março de 1851 chegaram os primeiros 118 imigrantes alemães e suíços, seguidos de um grupo de 74 noruegueses. Do ano de fundação até 1897, foram trazidos 28.000 imigrantes germânicos - operários, intelectuais, agricultores e profissionais liberais, que fugiam da Europa em busca de oportunidades no Brasil. Assim nasceu a Colônia Dona Francisca, que passou a chamar-se Joinville em homenagem ao Príncipe de Joinville. Os imigrantes trouxeram na bagagem o espírito de luta e de trabalho e, embora enfrentando toda sorte de dificuldades, conseguiram transformar uma terra inóspita e selvagem na maior cidade do Estado e num dos mais sólidos parques industriais do País. Desde então, Joinville não parou de atrair gente de todo lugar do mundo - apenas um terço de seus 450.000 habitantes é natural do município. Hoje, Joinville é responsável por quase um quinto de tudo que o Estado exporta. É sede de gigantes da indústria nacional, como Tigre, Brasmotor (Embraco e Cônsul), Döhler e Busscar, entre outros.
Turismo
Joinville não vive só de trabalho. A preservação de diferentes culturas, principalmente a germânica, é outro motivo da fama internacional do município. Sede da única escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia, a cidade é também um importante centro cultural. Os diversos eventos realizados ao longo do ano trazem milhares de visitantes à cidade. O mais importante deles é o Festival de Dança, o maior da América Latina e o quarto do mundo, palco para mais de 4.000 bailarinos; em seguida vêm a Fenachopp (outubro) e a Festa das Flores (novembro). A Tirovillefest e a Vinvenetto também já fazem parte do calendário nacional de eventos. Na cidade, visite o Mirante, na torre do Morro da Boa Vista, a 250m de altura, que oferece vista panorâmica de 360º da cidade e da região. Vá também à Praça da Bandeira e à Praça Dario Salles. São visitas obrigatórias: a Alameda Brüstlein, conhecida também como Rua das Palmeiras, abre alas ao Palácio dos Príncipes, com palmeiras plantadas em 1873; a Catedral Diocesana; o Mercado Municipal; o Centreventos Cau Hansen; o Shopping Mueller e a Estação Ferroviária, construção em estilo germânico datada de 1910. A cidade tem inúmeros museus e casas de memória, como a Casa Fritz Alt, a Casa da Memória do Imigrante, o Museu Nacional de Imigração e Colonização, o Museu de Arte de Joinville, o Arquivo Histórico, a Casa da Cultura, o Museu Arqueológico do Sambaqui, o Museu de Fundição, o Museu Nacional do Bombeiro (primeiro do gênero no País e em toda a América Latina) e o Museu da Indústria.
Natureza e Ecoturismo
Conheça o Parque Ecológico Morro do Finder, com aproximadamente 500.000m2 de área de preservação de espécies ameaçadas de extinção. Outra dica é visitar o Parque Zoobotânico, que ocupa uma área de 40.000m2 de vegetação típica da Mata Atlântica e tem um belíssimo lago natural, e o Castelo dos Bugres, formação rochosa na Serra do Mar em forma de castelo - o acesso é feito por trilha ecológica, cortada por inúmeros riachos, em surpreendente incursão pela floresta. Ainda tem o Vale do Quiriri e o Monte Crista.
Lazer
Para quem gosta de programas junto à natureza, uma boa opção é o Recanto Jativoca, área de lazer com cavalos para montaria, passeios de trole, pescaria, pedalinhos e restaurante, e o Recanto Davet, semi-selvagem, ideal para quem quer usufruir do refúgio junto à natureza, numa área de 825.000m2. Há também o Orquidário Agrícola Boa Vista - um parque de cultivo de orquídeas, flores e plantas exóticas que se encontra aberto à visitação e comercializa espécimes da flora. Outro destaque é a Estrada Bonita, conjunto de casas em estilo enxaimel, com varandas de onde pendem samambaias e floridos jardins ao longo da estrada. Pequenas propriedades vendem produtos caseiros como pães, geléias, licores, biscoitos, melados e queijos, entre outros. Se você gosta de programas mais glamourosos, escolha um passeio no Barco Príncipe de Joinville III, que navega pela Baía da Babitonga e vai até a cidade histórica de São Francisco do Sul.
Infra-Estrutura Turística
Com estabelecimentos de todas as categorias, tem condições de receber tanto executivos e empresários em busca de negócios, quanto turistas e participantes dos grandes eventos que se realizam na cidade.
Destaque para as festas
O Festival de Dança, que reúne mais de 4.000 dançarinos na cidade no mês de julho; a Fenachopp, segunda maior festa realizada do mês de outubro no Estado, e a Festa das Flores.

Joinville

Nova Trento | História
Nova Trento começou a ser povoada a partir de 1875, com a chegada de 102 famílias de imigrantes italianos, vindas, na sua maioria, de Vígolo Vattaro, na região do Trento Italiano - daí os nomes de Nova Trento e Vígolo. Foi emancipada em 1892.
Turismo
Colonizada por italianos, Nova Trento mantém as tradições dos imigrantes italianos na gastronomia, na dança, no hábito do vinho à mesa, nos vários grupos culturais, além de promover diversos eventos ao longo do ano, festejando a cultura herdada dos imigrantes. Mas foi a canonização de Santa Paulina que tornou Nova Trento mundialmente famosa – por ser a primeira Santa do Brasil e a primeira de sua cidade de origem, Vígolo Vattaro, na Itália. Ela veio na primeira leva de imigrantes e viveu praticamente toda a sua vida na cidade, na localidade batizada de Vígolo - a 6km do centro. Todos os meses, mais de 30.000 visitantes vão a Nova Trento, e especialmente a Vígolo, para rezar a Santa Paulina e agradecer por graças alcançadas.
Turísmo Religioso
Na localidade de Vígolo, conheça a réplica da casa onde Santa Paulina viveu, e a Colina da Madre, antigo local dos seus retiros espirituais, como também o Museu da Colonização, os Marcos do Milênio, da Beatificação e da Canonização, e o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, antigamente cuidado pela Santa. Fora de Vígolo, vale uma visita ao Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro, construído entre 1899 e 1907, com material vindo da França e carregado até o alto do morro pelos moradores da cidade - o morro tem 525m de altura. Visite também a Igreja Matriz, o Calvário - no Bairro de Trinta Réis - e o Monumento à Casa Paterna.
Natureza
Nova Trento é também abençoada por Deus no quesito natureza. O encanto das belezas naturais começa nas estradas que levam à cidade. Uma sucessão de curvas entre a vegetação exuberante é um deleite para os turistas. Em certos pontos vale a pena parar e seguir a pé pelas trilhas ecológicas que levam a belas cachoeiras, córregos e cascatas.
Infra-Estrutura Turística
Não faltam restaurantes na cidade, onde se encontra mesa farta e um bom vinho, normalmente produzido na cidade, de maneira artesanal.
Destaques
Não deixe de conhecer Vígolo, onde Santa Paulina viveu e iniciou a sua obra. Ali estão a sede da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, fundada por ela, e seu Santuário, assim como marcas da sua vida e história.

Nova Trento

Pomerode | História
Em 1861, algumas famílias vindas da Província da Pomerânia, no norte da Alemanha, chegaram ao Médio Vale do Itajaí e instalaram-se ao longo do rio do Testo, dando origem ao município. Desmembrada de Blumenau em 1959, Pomerode mantém o fascínio de uma pequena comunidade e a forte influência alemã em seus costumes - a dedicação ao trabalho, o respeito à fé religiosa, a arquitetura enxaimel, as sociedades de caça e de tiro, as danças folclóricas, as bandinhas e delícias culinárias que só são encontradas na cidade. A maior prova de apego às tradições da terra natal é sentido no uso freqüente do idioma alemão pela maioria dos moradores e por manterem como feriado o dia posterior à Páscoa e o Natal, como é costume na Alemanha.
Turismo
Colonizada por imigrantes alemães da província da Pomerânia, norte da Alemanha, Pomerode é considerada a cidade mais alemã do Brasil, onde 70% da população faz uso do idioma e dos dialetos germânicos. A cidade também possui um rico folclore, música e gastronomia – em que se pode observar a fidelidade às velhas receitas da culinária alemã. São exemplos o Brezel (espécie de biscoito com três furos e pedrinhas de sal grosso, muito indicado para

Pomerode

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